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Mora

A Descoberta de Mora Megalítica


Nome original: Não aplicável
Código: MOR PR1
Localização geográfica: Mora
Tipologia: Circular
Temática dominante: Ruralidade, Megalitismo
Distância: 17,3 km
Duração aproximada: 4 a 5 horas
Tipo de piso: Caminhos rurais e florestais
Desnível acumulado: 336 m
Altitude mínima: 51 m
Altitude máxima: 157 m
Grau de dificuldade: Médio
Acessibilidade: Não é acessível a pessoas com limitações físicas.
Certificações: Homologado pela FPCM
Ponto de partida e chegada: Praça Conselheiro Fernando de Sousa, Mora
Coordenadas geográficas: N38º56'41"" W08º09'55''
Coordenadas geográficas: 38.944751º -8.165443º
Onde estacionar: Estacionamento nas imediações, dentro do espaço urbano.


Contactos Úteis:

Turismo de Mora
Telefone: +351 266 439 079

Descrição do percurso

Estamos em pleno Montado para um percurso de grandes espaços, sem especiais esforços, todo ele por caminhos rurais bem delineados. Encontrar um fabuloso cromeleque megalítico enche as medidas a meio da jornada que se completa com uma visita ao famoso Fluviário de Mora e ao percorrer do antigo trilho da linha de comboio. Sair do centro de Mora, junto à Igreja Matriz, e descer as ruas de Pavia e de São Pedro até atingir a Av. do Fluviário. Seguir pela ecopista e, na segunda rotunda, virar à direita para contornar o parque industrial. Após este virar à esquerdam, por caminho rural em zona de montado, até atravessar a estrada que dá acesso aos Foros de Mora. Passar junto a uma charca, subir uma encosta suave e passar junto a uns casões rurais, onde se deve ter muita atenção para seguir por um caminho pouco marcado pela direita, o qual começa a descer ligeiramente. Não seguir o caminho bem marcado que sobe pela esquerda.

A descida ligeira passa por uma zona húmida, após a qual há que seguir pela esquerda em caminho que acompanha a linha de água, passando por uma pequena represa. Este caminho termina num entroncamento, precisamente no local de instalação do Cromeleque do Monte das Fontainhas. Seguir pela esquerda, para atravessar a estrada EN251 e seguir em frente por caminho rural, sempre pelo bosque sobreiros. Tomar bem atenção às sinalizações, por via de haver diversos caminhos que se bifurcam ao longo do percurso. Antes de iniciar uma descida mais pronunciada, admirar ao porte da azinheira monumental e apreciar a paisagem do miradouro natural. Descer por caminho pedonal, pelo meio de vegetação arbustiva, até atingir um caminho plano e largo que corresponde ao local onde existiu a linha de comboio do ramal de Mora.

Seguir pela esquerda, avistando à direita o espelho de água do Açude do Gameiro e na margem oposta o passadiço pedonal que permite fazer outro percurso pedestre na área. No cruzamento com caminho rural, pode-se optar por fazer um ramal de ida e volta para visita ao Fluviário de Mora ou seguir em frente em direção ao final do percurso. Caso se faça o ramal, basta seguir junto aos campos agrícolas e junto à margem do rio até encontrar a indicação de escada de acesso ao paredão do açude. Retornando à saída do ramal, ou ignorando este, seguir pelo trilho da linha de comboio até encontrar a célebre Estrada Nacional 2 que se deve cruzar e seguir pela estrada local chamada de Rua de Cabeção até aos antigos silos de cereais. Virar à direita, cruzar os campos agrícolas no leito de cheia, seguir em direção à margem do Rio Raia e prosseguir pela esquerda ao longo da pista de pesca desportiva. Junto ao açude, virar à esquerda e subir a Rua dos Barros, passar junto ao Museu do Megalitismo e virar à direita pela Rua do Município, passar junto aos Paços do Concelho, Mercado e Jardim Municipal e, finalmente, chegar ao local de partida.