O ALENTEJO

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Ganadarias e coudelarias
É o espaço aberto que parece não ter fim. São as cores e os cheiros que brotam da terra. É a inconfundível traça da arquitectura rural, presente nos "montes” das grandes herdades, no casario mais antigo das cidades, vilas e aldeias ou nas ermidas que pintam de branco o alto dos cabeços. É o que se lê nas formas de ser e de fazer, nas artes que se conservam e se renovam, na tradição que se mantém e se recria, no "cante” que, com alma e coração, só os alentejanos sabem cantar.
O Alentejo e o Ribatejo são as duas regiões de Portugal com reconhecida tradição na criação do Cavalo Lusitano e do Touro, que dão fama às artes equestres e às actividades tauromáquicas nacionais. No que respeita às últimas, são várias as corridas que se realizam ao longo do ano nas muitas praças de touros do Alentejo. São espectáculos muito noticiados e concorridos, sendo de destacar que apenas numa única praça – a de Barrancos – foi consagrada a excepção dos touros de morte, proibida nas touradas portuguesas.

Para visitar as ganadarias, instaladas em propriedades privadas, tem que recorrer aos serviços das empresas locais.
Quanto às coudelarias, a situação é diferente. Existe uma com as portas abertas ao público e que não deve perder: a Coudelaria de Alter Real, a 3 kms da vila de Alter do Chão. 

Cavalo Lusitano – Coudelaria de Alter Real
A Coudelaria de Alter Real foi fundada em 1748 pelo rei D. João V com o objectivo de melhorar a criação cavalar nacional e de dar à "Real Picaria”, academia equestre da Corte Portuguesa do séc. XVIII, a exigida qualidade e dignidade. Passados mais de 250 anos, mantém-se na mesma propriedade onde foi instalada – a Tapada do Arneiro – e dá continuidade à tradição de fornecer o Cavalo Lusitano para a Escola Portuguesa de Arte Equestre, herdeira da Real Picaria, hoje a funcionar no Palácio Nacional de Queluz.

Os interessados em artes equestres têm aqui um interessante e diversificado programa de visitas guiadas.
Devem começar por se dirigir ao pólo de Recepção e Interpretação das Casas Altas, o edifício mais antigo da Coudelaria, onde podem ver uma pequena exposição sobre as actividades e valências da Coudelaria e inscrever-se nas visitas guiadas

Estas visitas, conforme os dias da semana e a época do ano, incluem a Cavalariça da Eguada, a Falcoaria, o Pátio D. João VI (Cavalariça de Alter Real), o Depósito de Garanhões–Reprodutores, a Casa dos Trens e o Museu do Cavalo. Duram cerca de 1h30.

Entre as atracções mais espectaculares da Coudelaria são de salientar a saída da eguada para o pastoreio em campo aberto (todos os dias úteis às 15h) e as exibições de falcoaria. 

No Pátio D. João VI assiste-se a actividades de desbaste e testagem e a actividades diversas em picadeiro. 
Quanto às exposições permanentes, na Casa dos Trens está instalada uma exposição de arreios e carros de cavalos do séc. XIX; no Museu do Cavalo pode ver-se "O Cavalo e o Homem – Uma Relação Milenar”, com peças da colecção particular de Rainer Daehnhardt, algumas com cerca de 3.000 anos.

A Coudelaria de Alter Real é criadora da raça Cavalo do Sorraia, considerada como o primitivo Cavalo Ibérico, em vias de extinção. 

O complexo encerra ao público às segundas-feiras. As visitas guiadas são pagas. Mediante marcação prévia, é possível, ao fim de semana e feriados, montar a cavalo em picadeiro e passear de trem. Para informações detalhadas sobre horários das visitas consulte www.alterreal.pt

No mês de Abril realiza-se a Semana da Coudelaria, evento com várias actividades equestres, a que se junta o famoso Leilão de Equinos do dia 24. Em Maio, tem lugar a Festa do Cavalo.

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